González agradeceu as mostras de carinho e afeto expressadas pelas pessoas que passaram a noite de domingo na frente da casa do jogador, mas pediu que não voltem a se aglomerar no local para permitir que o atleta possa repousar.
Ele comentou que Cabañas não conseguiu descansar bem durante a primeira noite por causa de um grupo que, com cantos e tambores, oferecia apoio ao jogador. “Não é o que Salvador necessita, pois ele fica agitado e pergunta o que está havendo”, disse. O representante declarou, ainda, que o futebolista só pode receber duas pessoas a cada visita e que não há previsão para que se apresente em público.
Com 29 anos de idade, Cabañas ingressou na clínica Fleni em 21 de março após a operação a que foi submetido num hospital do México. Por conta do tiro que sofreu na cabeça no banheiro de um bar do México, em 25 de janeiro, foi submetido a uma cirurgia de urgência e ficou internado quase 40 dias na capital mexicana.
A evolução de seu estado físico tem levado os médicos a acreditar que Cabañas poderá voltar a jogar futebol. Os médicos mexicanos optaram por não extrair a bala, embora o neurocirurgião paraguaio Celso Fretes, que cuida do jogador, tenha declarado que estuda a possibilidade de extração do projétil.
Não fosse sua condição física debilitada, Cabañas seria nome certo na seleção paraguaia nesta Copa do Mundo.





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